
O papel da tecnologia na mitigação de impactos climáticos e ambientais é paradoxal. Embora essencial, é limitado por questões como governança, regulamentos, economia, investimentos e até comportamento individual. Além disso, a própria evolução tecnológica acrescenta desafios extras, dada sua demanda por recursos naturais.O papel da tecnologia na mitigação de impactos climáticos e ambientais é paradoxal. Embora essencial, é limitado por questões como governança, regulamentos, economia, investimentos e até comportamento individual. Além disso, a própria evolução tecnológica acrescenta desafios extras, dada sua demanda por recursos naturais.
O cardápio é extenso. O último relatório do Fórum Econômico Mundial sobre as dez tecnologias emergentes para a saúde do planeta, apresentado em 2025, indica que, embora o avanço tecnológico sobrecarregue recursos naturais, não existe caminho para a sustentabilidade livre de tecnologias, existentes ou emergentes – desde que adotadas em escala, o que, por sua vez, depende de um ambiente político favorável, investimentos financeiros robustos e ação coordenada entre setores.
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“São soluções de longo prazo, que precisam de investimento e política pública”, diz Vanessa Guimarães, professora do Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPEAD – UFRJ).
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