
Contribuição: Claudia Araujo
Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro mostrou como a inteligência artificial pode ser usada para reduzir o tempo de espera na fila do transplante de órgãos. O Brasil tem o maior sistema público de transplantes de órgãos do mundo. Em números absolutos de transplantes, o país só fica atrás dos Estados Unidos. Este ano já foram realizados mais de 7 mil procedimentos. Mesmo assim, 84,5 mil pessoas seguem na expectativa de receberem uma doação no país.
Segundo a pesquisadora Cláudia Afonso Araújo, uma das coordenadoras do estudo na UFRJ, a inteligência artificial deve dar mais precisão e agilidade na tomada de decisão pelo médico:
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Claudia Afonso Araújo: “Certamente, a inteligência artificial funciona como uma ferramenta que vai dar mais precisão e agilidade para a tomada de decisão pelo médico.[…] E também pela questão logistica, se a gente for pegar todo processo de doação e transplante de orgãos, a gente tem várias etapas que a Inteligencia Artificial pode ajudar.”

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